É melhor consumi-lo em saladas cruas para aproveitar todo o seu valor nutritivo.
É um ótimo alimento para dietas de emagrecimento, já que produz uma limpeza geral do organismo e elimina gorduras.
BRÓCOLIS - Alimento rico em betacaroteno, vitaminas A e C, vitaminas do complexo B e ácido fólico, além de cálcio, potássio e selênio e com pequenas quantidades de fósforo. Devido ao alto teor de betacaroteno beneficia os olhos, a pele e os nervos, além de proteger contra diversas doenças degenerativas. A vitamina C aumenta as defesas do sistema imunológico e o cálcio fortalece os ossos. É ideal para as dietas de emagrecimento.
Prefira os que apresentam as flores bem fechadas são os melhores.
Brócolos
Fortalece os Ossos
Protege a Visão
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
ADVERTÊNCIA ACURANATURAL
1- Não utilize a mesma planta ou receita por mais de 15 dias seguidos. Procure outra com os mesmos efeitos e alterne o uso.
2- Evite o uso de recipientes de alumínio.
3- Prepare as receitas na quantidade certa para ser consumidas na hora. (A não ser quando recomendado).
4- Ressaltamos que toda receita alternativa tem o poder de acalmar e amenizar o problema, seja ele uma dorzinha de barriga ou uma grande enxaqueca. É importante sempre lembrar de anotar os seus sintomas e procurar ajuda médica periodicamente para os check-ups. Não nos responsabilizamos pela ingestão das ervas sem o devido acompanhamento terapêutico.
Indicado na profilaxia e tratamento de todos os tipos de câncer.
300 g de folhas de Babosa, recolhidas de plantas adultas, limpas a seco com pano e tiradas as espinhas laterais com faca, cortadas em pedacinhos e moídas no liquidificador junto com 300 g de mel e uma dose de 50 ml de uma bebida alcoólica forte (vodca). Inicialmente a mistura fica bastante espumosa. Esta espuma se dissolve após alguns dias pelas mexidas antes de cada ingestão.
Guardar bem fechado dentro da geladeira.
Modo de tomar: Antes das 3 refeições principais uma colher de sopa. Dependente da gravidade do caso, pode ser tomado em período bastante prolongado.
Não tem contraindicação. Pode ser tomado até simultaneamente com qualquer outro medicamento ou tratamento. Indicado na profilaxia e tratamento de todos os tipos de câncer.
PS1: recomendo para melhores detalhes o livro “Babosa não é remédio, mas cura!“ do Frei Romano Zago.
PS2: “A Áloe vera Babadensis” com floração amarela e a “Áloe vera arborensis” com floração vermelhasão as mais indicadas espécies para o tratamento contra o câncer. A primeira leva uma desvantagem por oxidar com mais facilidade, isto ocorre quando a mistura troca a cor verde escura para marrom. Por esta razão é melhor usar mais a “ Áloe vera arborensis” ou a mistura das duas espécies.
1- Não utilize a mesma planta ou receita por mais de 15 dias seguidos. Procure outra com os mesmos efeitos e alterne o uso.
2- Evite o uso de recipientes de alumínio.
3- Prepare as receitas na quantidade certa para ser consumidas na hora. (A não ser quando recomendado).
4- Ressaltamos que toda receita alternativa tem o poder de acalmar e amenizar o problema, seja ele uma dorzinha de barriga ou uma grande enxaqueca. É importante sempre lembrar de anotar os seus sintomas e procurar ajuda médica periodicamente para os check-ups. Não nos responsabilizamos pela ingestão das ervas sem o devido acompanhamento terapêutico.
Extraído do livro 300 Receitinhas naturais para sua saúde (Frei Raul de Lima Sertã)
O Cloreto de Magnésio é encontrado em drogarias ou em farmácias de manipulação.
Desmanchar 100g de Cloreto de Magnésio em 3 litros de água filtrada e guardar em garrafas de vidro (não pode ser de plástico).
Dosagem: 1 xicrinha = 50ml
Dos 40 aos 55 anos, tomar 1/2 xicrinha (25ml) pela manhã;
Dos 55 aos 70 anos, tomar 1 xicrinha (50ml) pela manhã;
Dos 70 em diante, tomar 1 xicrinha (50ml) pela manhã e outra à noite.
Doses para casos especiais: 1 xicrinha = 50ml
a) bico de papagaio, ciática, coluna, calcificação, surdez por calcificação: 1 xicrinha (50ml) pela manhã, de tarde e de noite.
b) artrose: 1 xicrinha de manhã. Mas, se em 20 dias não sentir melhora e não reparar nenhuma anormalidade, tomar 1 xicrinha de manhã e 1 de noite.
c) próstata: 3 doses (manhã, tarde e noite, e em casos mais teimosos tomar 2 xicrinhas de manhã e 2 de noite).
d) rigidez muscular, cãibras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 3 doses (de manhã, tarde e noite).
e) câncer: o magnésio pode frear as ramificações cancerosas. O MAGNÉSIO é o maior preventivo para o câncer não progredir e não formar tumor. Dose: 2 xicrinhas de manhã, 2 de tarde e 2 à noite.
f) Depois da cura, deve-se continuar tomando o CLORETO DE MAGNÉSIO para evitar a volta das enfermidades. As doses são aquelas indicadas para as várias idades.
NOTAS
1) Tomar sem medo o magnésio porque é alimento para o organismo.
2) O magnésio pode ser tomado com outros remédios.
3) O Cloreto de Magnésio abastece de magnésio o nosso organismo, e note-se que a falta de magnésio suficiente no organismo humano causa 13 enfermidades, entre as quais lembramos estas: prisão de ventre, vontade frequente de urinar, gases intestinais, menstruação escassa, debilidade dos músculos, desmaios...
4) Estas receitinhas do cloreto de magnésio estão sendo propagadas pelo Padre Reno J. Schorr que sarou de horrível reumatismo deformante: ficou enrolado como gato...
Abaixo, Padre Reno José Schorr escreve sobre o cloreto de magnésio.
Magnésio mágico – “O magnésio é uma descoberta fulminante da década de 1980, pouco difundida. Não é remédio, mas sim alimento essencial para a vida, a ponto de animais novos, bem tratados mas sem magnésio, morrerem todos em um mês. O magnésio controla 18 minerais e tem umas 300 funções.” 1. O Segredo do Magnésio – É indispensável conhecê-lo. Todos nós nascemos de uma única célula, que se multiplica, até a a idade adulta, em cerca de 100 trilhões de células variadas, que nos dão calor e energia. Enfileiradas, dariam uma volta ao mundo, ou mais.
1- Não utilize a mesma planta ou receita por mais de 15 dias seguidos. Procure outra com os mesmos efeitos e alterne o uso.
2- Evite o uso de recipientes de alumínio.
3- Prepare as receitas na quantidade certa para ser consumidas na hora. (A não ser quando recomendado).
4- Ressaltamos que toda receita alternativa tem o poder de acalmar e amenizar o problema, seja ele uma dorzinha de barriga ou uma grande enxaqueca. É importante sempre lembrar de anotar os seus sintomas e procurar ajuda médica periodicamente para os check-ups. Não nos responsabilizamos pela ingestão das ervas sem o devido acompanhamento terapêutico.
Considerada aliada importante no combate a mais de doze tipos de câncer (pulmão, seio, próstata, entre outros), a Graviola é fruto de uma árvore proveniente da Amazônia.
Estudos realizados "in vitro" em mais de vinte laboratórios mostram que proporciona uma melhora - durante o tratamento - dez mil vezes maior do que com a quimioterapia.
Desde 1996 o Health Sciences Institute (Instituto de Ciências e Saúde dos Estados Unidos) coleta e estuda dados sobre a Graviola para o tratamento do câncer. Os cientistas procuram comprovar sua real eficiência no combate às células cancerígenas.
Além de melhorar a perspectiva de vida do doente, o tratamento natural dá - na maioria das vezes - a sensação de força e vitalidade necessária para sua recuperação. Uma terapia completamente natural será possível, sem causar efeitos secundários severos - náuseas e perda de cabelo, efeitos provenientes da quimioterapia - a partir de extratos extraídos desta árvore tão poderosa. Veja abaixo a matéria do Globo Reporter falando sobre as ultimas pesquisas relacionadas sobre a Graviola e Câncer. Mas, há controvérsias. Não deixe de ver também no segundo vídeo a matéria do Dr. Drauzio Varella. Depois postem suas opiniões.
Graviola, uma arma contra o câncer?
Fantástico - Extrato de graviola para tratar câncer
O professor Frazão é um icone de integridade em Imperatriz e lhe foi dado um breve direito de explicaçao pela emissora difusora (SBT) de Imperatriz. Retiremos apenas o que é bom de tudo que virmos e ouvirmos.
Ao contrapor as idéias do médico Drauzio Varella, que no programa Fantástico, da TV Globo, lançou dúvidas sobre a eficácia das plantas medicinais, o coordenador do curso de Naturologia da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), professor Fernando Hellmann, disse que há pesquisas científicas que comprovam o uso de determinados fitoterápicos e citou evidências, como as políticas do Ministério da Saúde sobre o tema, assim como a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que possui uma lista de plantas medicinais seguras para uso no cuidado à saúde.
A ANVISA fiscaliza e organiza as políticas de saúde para o país e em sua portaria 971, de 3 de maio de 2006, aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Já o decreto Decreto 5.813, de 22 de junho de 2006, aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no país.
Por esses dados, o professor Fernando Hellmann estranha a série de reportagens de Dráuzio Varella, desmerecendo a eficácia de qualquer outra linha que não a medicina moderna ocidental, que o programa Fantástico começou a exibir domingo passado.
O professor Fernando é mestre em Saúde Pública e doutorando em Saúde Coletiva, naturólogo formado em 2005 pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), instituição que pioneiramente implantou no país o curso de Naturologia Aplicada, que leva para a academia o conceito de práticas naturais para promover e manter a saúde das pessoas, como a hidroterapia, plantas medicinais, geoterapia, reflexologia, massoterapia e outras práticas integrativas que promovem a recuperação e/ou o a manutenção do equilíbrio do organismo, vendo não apenas a questão biológica, mas também os aspectos, tais como sociais, ambientais.
“As plantas medicinais (ou fitoterápicos, quando a planta tem seu princípio ativo extraído e transformado em um medicamento), estão na base da maioria dos remédios vendidos nas farmácias; A planta mesmo, em pó ou seca, pode ser usada como chá, ungüento ou emplastro”, argumenta o professor Fernando ao questionar o fato da reportagem apresentar o uso das plantas medicinais de forma simplista.
Na TV, Dráuzio Varella propagou que a utilização dessas plantas pode até mascarar o problema, levando à sua complicação. O professor Fernando rebate: “O medicamento comum comprado na farmácia também pode mascarar uma doença, ao aliviar um sintoma. Depende do uso que se faz dos remédios, sejam de plantas medicinais ou medicamentos alopáticos. O que se questiona é como foi conduzido a reportagem, que leva a denegrir o uso de plantas medicinais dessa forma. Temos é que fazer bom uso das plantas medicinais e também do medicamento alopático, só assim um e outro funcionam eficientemente”.
O professor complementa que, na reportagem, a crítica realizada aos conhecimentos tradicionais foi incisiva, além de fornecer argumentos incompletos para denegrir tal conhecimento: “Os conhecimentos milenares tradicionais, se persistiram durante tanto tempo, devem ter sua razão e devemos ter mo mínimo respeito a eles”. E complementa: “O argumento lançado no programa de que a grande expectativa de vida da população atual se deve à da penicilina, é verdadeira em partes. O fato é que a história da Saúde Pública mostra que antes de tudo foi o saneamento básico, o acesso à alimentação e à água potável, entre outros motivos, que aumentaram a expectativa de vida. A penicilina também, mas como foi colocado na reportagem, parece que são os medicamentos de ponta que trouxeram mais anos de vida à população”, diz ele.
A professora Teresa Gaio, também do curso de Naturologia da Unisul, ressalta: “Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% das doenças podem ser tratadas com plantas medicinais. Países desenvolvidos como França, Alemanha e Inglaterra, por exemplo, são os que mais utilizam fitoterápicos para solucionar gripes, resfriados, distúrbios digestivos, problemas de pele, dores em geral e auxiliar no controle do colesterol, diabetes, insônia e estresse”.
No Brasil também existem ambulatórios que atendem a população, inclusive no Sistema Público de Saúde, somente com práticas naturais, integrativas e complementares – por exemplo, o Centro de Referência em Tratamento Natural do Amapá (CRTN) e Hospital de Medicina Alternativa (HMA) em Goiânia (Goiás). Além destas instituições, o curso de Naturologia da Unisul mantém um Centro de Práticas Naturais, que atende quase 500 pessoas mensalmente, há quase uma década, o qual tem dezenas de pessoas com relatos de melhora de sua saúde através das práticas integrativas e complementares, onde a fitoterapia se inclui. “No Centro de Prática Naturais, dores musculares, ansiedade, estresse, distúrbios digestivos, doenças metabólicas, insônia, problemas de coluna, infecção urinária, doenças de pele são os casos que mais atendemos nesses anos todos. São pessoas que já percorreram diversos consultórios médicos e chegam até nós como último recurso”, afirma a professora Teresa Gaio. Ela coordena, também há 8 anos, um programa de extensão Linha Verde da universidade que leva essas práticas naturais para postos municipais de saúde na região da Grande Florianópolis.
A professora ressalta que os relatos de todos esses casos são de melhoras. “Não podemos negar o avanço da medicina e sua importância. Mas, também, vemos que a alopatia, as especialidades e os equipamentos cada vez mais sofisticados colocados à disposição da população não estão conseguindo diminuir os problemas de saúde, pelo contrário, pesquisas mostram que as pessoas estão cada vez mais doentes com a modernidade que nos exige os dias de hoje, como é o caso do aumento da depressão”.
Ela acrescenta: “Plantas medicinais auxiliam em muitos casos, podendo ser utilizadas em algumas situações como único recurso terapêutico e em outras como complementar ao tratamento médico, como no caso de câncer e AIDS. Hoje, a ciência e a tecnologia moderna podem auxiliar com novos medicamentos, não podemos desconsiderar outras formas de tratamentos, apesar dos reconhecidos efeitos colaterais. Mas cada caso deve ser analisado por profissionais competentes para ser definida a melhor forma de tratamento, claro, sempre em concordância com o paciente, pois este deve ter sua autonomia preservada”.
Para o professor Fernando, “no âmbito da Naturologia, procuramos conduzir o uso das plantas medicinais no cuidado à saúde sem ter a intenção de substituir os cuidados médicos, mas pensamos a terapia por plantas de forma segura e eficaz, com a finalidade de promover a saúde, humanizar os serviços de assistência, levando em consideração a necessidade da revitalização do etnoconhecimento, bem como o uso sustentável dos elementos da natureza”.
Assessoria de Imprensa Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) Campus Pedra Branca
Pesquisadores daUniversidade de Medicina de Washington, em St Louis, descobriram que uma substância encontrada nasuvas e em outrasfrutas podeproteger os vasos sanguíneos dos olhos danificados pelo avanço da idade, segundo reportagem do site do jornal britânico "Telegraph". O estudo foi publicado noThe American Journal of Pathology.
O composto, conhecido comoresveratrol, é eficaz porque impede que os vasos sanguíneos sejam danificados.
A equipe acredita que a substância - que já foi associada ao antienvelhecimento e à proteção contra ocâncer - funciona, pois protege contra aangiogênese anormal, a formação devasos sanguíneos danificados.
Esta característica pode ser associada aocâncer,doenças cardíacase doenças oculares, como adegeneração macular(daretina, onde se forma a imagem), relacionada à idade.
O autor da pesquisa, Rajendra Apte, afirmou que o estudo deve causar um "impacto substancial' sobre a compreensão de como oresveratrol funciona.
Ele informou que é capaz de demonstrar que oresveratrol, um composto que ocorre naturalmente, pode inibir diretamente o desenvolvimento de vasos sanguíneos anormais, tanto dentro como fora do olho, e que a descoberta pode levar a novos tratamentos.
O composto natural é produzido em uma variedade de plantas para evitar infecções bacterianas. Pode ser encontrado em níveis altos nacasca da uva (e, consequentemente, novinho tinto), e em níveis mais baixos de blueberries,amendoim e outras plantas.
Vários estudos já demonstraram que oresveratrol pode diminuir os efeitos doenvelhecimento e agir como um agenteanticâncer.
Ovinho tintotambém é conhecido por apresentar diversos benefícios à saúde. O consumo moderado é associado a uma reduzida incidência de doenças cardiovasculares, o chamado paradoxo francês.
Apesar da dieta rica em manteiga, queijo e outras gorduras saturadas, os franceses têm uma incidência relativamente baixa dedoenças cardiovasculares, que alguns atribuem ao consumo regular de vinho tinto.
1- Não utilize a mesma planta ou receita por mais de 15 dias seguidos. Procure outra com os mesmos efeitos e alterne o uso.
2- Evite o uso de recipientes de alumínio.
3- Prepare as receitas na quantidade certa para ser consumidas na hora. (A não ser quando recomendado).
4- Ressaltamos que toda receita alternativa tem o poder de acalmar e amenizar o problema, seja ele uma dorzinha de barriga ou uma grande enxaqueca. É importante sempre lembrar de anotar os seus sintomas e procurar ajuda médica periodicamente para os check-ups. Não nos responsabilizamos pela ingestão das ervas sem o devido acompanhamento terapêutico.
A Maconha (Cannabis Sativa), conhecida também como Marijuana ou no ingles como Hemp, realmente tem poder de cura?
Os vídeos a seguir provam que um extrato da Maconha (óleo) é capaz de curar doenças comuns e até o CÂNCER.
Vale a pena conferir estes videos-documentários.
ADVERTENCIA ACURANATURAL
1- Não utilize a mesma planta ou receita por mais de 15 dias seguidos. Procure outra com os mesmos efeitos e alterne o uso.
2- Evite o uso de recipientes de alumínio.
3- Prepare as receitas na quantidade certa para ser consumidas na hora. (A não ser quando recomendado).
4- Ressaltamos que toda receita alternativa tem o poder de acalmar e amenizar o problema, seja ele uma dorzinha de barriga ou uma grande enxaqueca. É importante sempre lembrar de anotar os seus sintomas e procurar ajuda médica periodicamente para os check-ups. Não nos responsabilizamos pela ingestão das ervas sem o devido acompanhamento terapêutico.