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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A importância da Linhaça na saúde


De: Brigithlua
Para: ervaseplantasquecuram@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Ter, Setembro 8, 2009 9:54:39 PM
Assunto: [ervaseplantasquecuram] A importância da Linhaça na saúde

Segue aqui várias postagens sobre a Linhaça e suas propriedades.
Leia e tire as suas próprias conclusões.

A importância da Linhaça na saúde - Conceição Trucom ::

A semente da linhaça deve ser classificada como um alimento biogênico (bio = vida + gênico = gerador), um "gerador" de vida, portanto, um agente revitalizante.

De origem vegetal, a semente da linhaça contém no seu lado "oculto" informações nutricionais alquímicas para todos os nossos corpos (físico, emocional, mental e etérico). Mas, como tudo aqui na Terra, nós só conseguimos registrar e assimilar aquilo que estamos prontos para receber e perceber.

Então, com muita sabedoria, a semente da linhaça nos ajuda na desintoxicação de todos estes corpos, para tornar possível, ou melhor, ampliar, a nossa capacidade de assimilação de todo o seu enorme potencial "nutricional" .

Bem, então, para começar, precisamos saber um pouco mais sobre as suas fibras? Porque conhecer sobre as fibras da linhaça, tanto na quantidade quanto na qualidade, vai nos explicar bastante sobre este potencial desintoxicante e laxante que a linhaça tem.

Afinal, deixar sair nossos venenos e toxinas é fundamental e desintoxicar- se é uma atitude 100% espiritual.

As fibras da Linhaça

Todos os alimentos de origem vegetal contêm variados teores de fibras dietéticas. E aí começam as vantagens do consumo destes alimentos, porque as fibras são um paradoxo: não alimentam, mas são essenciais à saúde.

Existem dois tipos de fibras: as solúveis em água (hidrossolúveis) e as insolúveis em água.

As fibras hidrossolúveis são as pectinas, gomas, mucilagens e algumas hemiceluloses. Elas retardam o esvaziamento gástrico e o tempo de
trânsito intestinal e absorvem a glicose e o colesterol, dificultando a sua liberação na corrente sangüínea.


As fibras insolúveis em água são a celulose, a lignina, a hemicelulose e os amidos resistentes (AR). São pouco fermentáveis, apresentam um efeito esponja no trato gastrointestinal, conferindo maior volume e fluidez ao bolo fecal, reduzindo o tempo do trânsito intestinal.

A indicação nutricional é o consumo de ambos os tipos de fibras, solúveis e insolúveis, que por mecanismos diferentes e integrados, regulam o tempo de trânsito intestinal, aumentam o volume das evacuações, auxiliam no controle da glicemia, na redução dos triglicerídeos e colesterol sangüíneo e no tratamento da obesidade.

As fibras alimentares são conhecidas pelos seus efeitos benéficos na prevenção e tratamento de várias doenças. E o Instituto Nacional do Câncer dos EUA recomenda o consumo de 25-30 gramas de fibras/dia.

Mas, fibras provenientes de uma semente como a da linhaça, com sua informação genética de "gerar vida", certamente apresentam um conteúdo valioso de informações no plano oculto, que irá interferir de forma multiplicada em processos de transformação e expansão da consciência.

As fibras dietéticas contidas na semente de linhaça respondem no total por cerca de 28% do seu peso seco.

A fração de fibras insolúveis é a mais significativa - 17 a 22% - e consiste de amidos resistentes (AR), celulose e ligninas.

Já a fração de fibras solúveis em água - 6 a 11% - é basicamente composta por gomas, mucilagens e pectinas.

Principais propriedades das fibras solúveis da Linhaça:

- Pectinas, Gomas e Mucilagens - Retardam o tempo de esvaziamento gástrico, dificultando picos glicêmicos; Proporcionam substrato fermentável para bactérias do cólon; Reduzem a concentração plasmática de colesterol; Melhoram a tolerância à glicose e; Fixam os ácidos biliares.

Principais propriedades das fibras insolúveis da Linhaça:
- Celulose, Ligninas e AR - Retém água nas fezes, portanto aumentando a fluidez fecal; Aumentam o volume e peso das fezes; Favorecem a peristalse dos intestinos; Reduzem o tempo de trânsito das fezes; Aumentam o número de evacuações; Reduzem a pressão intraluminal e; Em excesso pode aumentar a excreção de zinco, cálcio, magnésio, fósforo e ferro.
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A vez da linhaça
Menos badalado do que a soja, mas igualmente nobre, este grão faz maravilhas para sua saúde e ajuda a prevenir até câncer de mama.

Os valores nutricionais dessa pequena semente, dourada ou marrom, que cresce na China, nos EUA, no Canadá, na Europa e agora no Brasil, já são bem conhecidos. Rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais, ela está incorporada à massa de vários pães e biscoitos. A novidade agora são os estudos que indicam a linhaça como a principal fonte de ácidos graxos do tipo ômega 3, que combatem as obstruções nas artérias, causadoras de doenças cardíacas. Até hoje, as fontes mais conhecidas de ômega 3 eram os peixes de águas profundas. Pesquisas já comprovaram que o óleo de linhaça tem 60% de ômega 3, enquanto o óleo de salmão tem 30%. "Os ômega ajudam na construção de moléculas de hemoglobina, que carregam o oxigênio pelo sangue, e exercem uma ação antioxidante e de renovação celular", esclarece Marco Ortis, clínico geral e nutricionista de Vitória.
"Ácidos graxos essenciais, como os ômega, estimulam a produção de prostaglandinas, compostos que melhoram a circulação sanguínea e removem o excesso de sódio dos rins, diminuindo a retenção de líquidos, inclusive durante o período pré-menstrual" , afirma Barbara Wren, nutricionista do College of Natural Nutrition de Devon, na Inglaterra.
Mas não é só isso. Segundo estudos realizados pela professora canadense de Ciências de Nutrição Lilian Thompson, a semente de linhaça ajuda na prevenção do câncer de mama por neutralizar a ação do estrógeno sobre essa glândula. "Além de ser fonte de ômega, a semente tem componentes ricos em fitoesteróides (as lignanas), substâncias que imitam a ação do estrógeno", explica Dirceu Pereira, diretor médico da Profert - Reprodução Humana, de São Paulo. No entanto, os hormônios de origem vegetal são bem mais fracos e praticamente não têm efeito negativo sobre as células do tecido mamário. Eles conseguem enganar os receptores do estrógeno, bloqueando sua ação.


Vitamina turbinada
A apresentadora Xuxa, 38 anos, há dois anos toma no café da manhã uma vitamina de linhaça: "Misturo duas colheres (sopa) de sementes moídas em um copo de diet shake batido com água", descreve a cozinheira Maria Ferreira. A receita é do clínico geral e homeopata carioca Márcio Bontempo, que é também especialista em Nutrição Natural.
"Por possuir componentes semelhantes ao estrógeno, a semente de linhaça também funciona como uma reposição hormonal natural", explica o médico. Ela atua de forma parecida à da soja, que possui a isoflavona, outro fitoesteróide que imita o hormônio feminino. A Universidade de Monash, na Austrália, comprovou essa característica numa pesquisa com pacientes que consumiram um complemento diário de farinha de linhaça. O resultado foi inequívoco: diminuição dos sintomas da menopausa, como suores, dores de cabeça e insônia, em 80% das mulheres. Houve ainda redução no colesterol e no peso.
Por todas essas razões, a linhaça está conquistando espaço entre os chamados alimentos funcionais, aqueles que, além dos nutrientes clássicos, contêm elementos capazes de prevenir doenças. Para regularizar o intestino, a atriz Claudia Alencar, 50 anos, incorporou a semente (rica em fibras) em sua alimentação por recomendação do nutricionista carioca João Curvo. "Coloco uma colher (sopa) de sementes de molho em um copo de água à noite e, no outro dia pela manhã, bebo a água com as sementes."
Benefícios, pelo visto, não faltam a essa planta de origem asiática, cujo cultivo é milenar. Isso mesmo. Sementes de linhaça foram achadas em tumbas egípcias. Na Idade Média, elas chegaram a ser usadas como amuleto contra a feitiçaria. Atualmente, seus poderes vêm sendo cada vez mais divulgados e - pode apostar - em breve se tornará um grão tão popular quanto a soja.
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Linhaça é super


Para aproveitar tudo que a linhaça tem de bom, a dica é triturá-la. O liquidificador, portanto, é muito bem-vindo

Estudos quentíssimos mostram que a semente do linho é mesmo capaz de impedir o crescimento do câncer de mama. Mas existem macetes na hora do consumo que você precisa conhecer para tirar o melhor proveito desse superalimento. Estão todos aqui!
por REGINA PEREIRA
Contam os arqueólogos que a linhaça era usada em mumificações no Egito. Outros achados apontam que era empregada com sucesso para tratar ferimentos. E, se antigamente fazia parte até mesmo de rituais, hoje ela marca presença nos laboratórios de grandes centros de pesquisa em nutrição. Na Universidade de Toronto, no Canadá, por exemplo, a cientista Lilian Thompson comprovou que a semente é capaz de barrar a metástase em pacientes com câncer de mama ou seja, a linhaça evitou que o tumor se espalhasse e tomasse conta do organismo.


Esse excelente resultado foi apresentado no 6° Simpósio Latino-Americano de Ciência de Alimentos, que aconteceu no mês passado na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Segundo a pesquisadora canadense, "trabalhos realizados em várias universidades mostram que a semente é capaz de diminuir o risco de outros tumores, como o de cólon e o de próstata". Somem-se essas boas notícias ao fato de a linhaça ajudar a controlar os níveis de colesterol.

Aqui no Brasil, mais precisamente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a equipe do Departamento de Nutrição também anda analisando a linhaça. O enfoque, entretanto, é outro. "Investigamos a segurança no consumo", conta a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira. Explica-se: embora contenha substâncias capazes de prevenir doenças letais, o que faz dela um alimento funcional de primeira grandeza, a linhaça carrega compostos que poderiam interferir na absorção de nutrientes. Por enquanto o que se sabe é que o aquecimento da semente neutraliza esse inconveniente. Isso porque, segundo Ana Vládia, o calor diminui a atividade de algumas proteínas suspeitas de atrapalhar o aproveitamento de sais minerais. A sugestão é deixar a linhaça no forno baixo por 15 minutos. "Claro que, se ela for usada na preparação de receitas assadas, como pães ou biscoitos, não precisará disso", diz a pesquisadora, que continua mergulhada em seus estudos.

Outra dica para aproveitar ao máximo a semente é triturá-la no liquidificador. "É que a casca, bastante resistente, pode passar intacta pelo aparelho digestivo", justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves-Souza, professora de nutrição da Universidade do Norte do Paraná. E aí as substâncias benéficas ficam impedidas de sair. "Mas tem que bater e comer logo, porque a linhaça é muito suscetível à oxidação", ensina o bioquímico Jorge Mancini Filho, da Universidade de São Paulo.

Os cientistas só não chegaram ainda a uma conclusão sobre a quantidade ideal de consumo. "Estamos em busca dessa resposta", suspira a nutricionista Ana Vládia. Quem dá bem a medida (sem trocadilho) da indefinição é a farmacêutica bioquímica Rejane Neves. Ela conta que já viu sugestões de porções as mais variadas de 25 gramas (1 colher de sopa bem cheia) até 45 gramas (quase 2 colheres) por dia. E comenta que alcançar esta última indicação é bem mais difícil. "A inclusão da semente no dia-a-dia deve ser gradativa".

DOURADA
É bem mais difícil encontrar a linhaça clara aqui no Brasil, já que ela aprecia climas frios. Geralmente é importada do Canadá. "Seu sabor é mais suave do que o da escura", descreve a farmacêutica bioquímica Rejane Neves-Souza, da Universidade do Norte do Paraná.
MARROM
A semente escura, nativa da região mediterrânea, já está adaptada ao solo brasileiro, onde se deu bem por causa do clima quente. Por isso é mais fácil encontrá-la por aí. Comparada com a dourada, a casca é um pouco mais resistente. Quanto aos nutrientes, não perde nada para a outra variedade.
Afinal, o que faz da linhaça um superalimento? "Sua casca guarda um mix de proteínas, minerais e vitaminas", responde o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Vale destacar a vitamina E, que contribui para o funcionamento celular e, por isso, afasta o envelhecimento precoce e as doenças degenerativas.
Outros ingredientes que compõem sua poderosa fórmula são o ômega-3 e o ômega- 6, atuando em perfeita harmonia. Essa dupla, nunca é demais lembrar, garante a saúde cardiovascular. Afinal, ambos atuam na redução do LDL, o mau colesterol, responsável por estragos nas artérias. "Diversos trabalhos apontam a semente do linho como protetora do coração", reforça Jocelem Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais e professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba, interior paulista.
INGREDIENTE DE DESTAQUE
Entretanto, o que torna a linhaça ímpar pra valer atende pelo nome de lignana, substância que começa a sair do anonimato. Não é para menos. Ela praticamente faz as vezes do estrógeno. "Ao se ligar a receptores celulares, a lignana funciona como um falso hormônio", justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves- Souza. É o que os especialistas chamam de fitoestrógeno. Aliás, foi justamente esse componente o mais mencionado nos trabalhos da canadense Lilian Thompson.
Segundo a pesquisadora, estudos com grande número de pacientes mostram a relação entre a lignana e a redução dos tumores de mama. Esse composto comprovadamente atua na apoptose celular, um mecanismo de defesa que provoca o suicídio das células defeituosas. O incrível é que, no caso do câncer, esse programa de autodestruição simplesmente não costuma funcionar. Mas a lignana topa a parada e ativa a contagem regressiva para a célula doente se explodir. E olha que nem os grandes centros de pesquisa conseguiram desenvolver a contento drogas com essa capacidade. "Observamos esse efeito em 39 pacientes", afirma Lilian, que as orientou a consumir 25 gramas de linhaça por dia durante pouco mais de um mês.
A observação desses indivíduos pela equipe da Universidade de Toronto foi rigorosa. A linhaça ressalta a pesquisadora só pode ser usada no tratamento do câncer sob estrita avaliação médica. E é bom que se diga: mesmo quem está saudável não está livre para ingerir o alimento à vontade. "O excesso pode prejudicar a membrana das células", avisa o nutrólogo Durval Ribas Filho. E para quem pensa em lançar mão de pílulas de óleo de linhaça, alto lá! "Ingerir cápsulas de suplemento, aí mesmo só sob orientação!", avisa Durval.
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Originária da Ásia, a semente de linhaça (Linum usitatissimum) pertence à família das lineáceas. Obtida a partir do linho, é uma das mais antigas plantas cultivadas. Os relatos mais antigos datam de 5000 anos AC, sendo consumida em várias formas como ingredientes em receitas e por suas propriedades medicinais.
Registros indicam que os egípcios utilizavam o linho para confeccionar as ataduras com que envolviam suas múmias. Na França do século VII, Carlos Magno decretou leis, entre as quais impunha o consumo de semente de linhaça aos seus súditos para que conservassem a saúde.
A semente de linhaça se destaca entre os alimentos funcionais por ser fonte de diversos fitoquímicos, entre eles o ácido alfa linolênico (w3) e lignanas. É também considerada uma boa fonte de proteínas, fibras solúveis e compostos fenólicos de ação antioxidante.
A semente também apresenta diversas vitaminas e minerais: B1, B2, C, E, caroteno e ferro, zinco, potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
Ácido alfa linolênico (w3)
O ácidos graxos contidos na linhaça de destacam por seu potencial preventivo. Estudos mostram que o consumo de linhaça reduz o colesterol total e o LDL colesterol e a pressão arterial confirmando seu efeito cardioprotetor.
O óleo de linhaça é fonte de ALA que previne a hipercolesterolemia, trombose e ainda reduz a agregação plaquetária.
O ômega 3 da linhaça inibe a formação de mediadores pró-inflamatórios, o que reduz o risco de inflamação. A ingestão do óleo é uma alternativa para o tratamento de diversas formas de deficiência lacrimal. Reduz a inflamação ocular, alivia, ainda, sintomas da artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla e lúpus. Indicado para peles secas, manchas, acne, espinhas e eczema.
Sua ação antioxidante, o faz potente contra a formação de placas de ateroma, além de reforçar o sistema imunológico.
Coadjuvante no tratamento da depressão. Melhora as funções mentais de idosos e de pessoas com problemas de conduta (esquizofrenia). Estudos demonstram que o ômega 3 presente na linhaça atua na prevenção de demência e mal de Alzheimer.
O óleo de linhaça prensado a frio é fonte de vitamina E, uma vitamina antioxidante importante para manter a qualidade do óleo e evitar a oxidação/perda do w3.
Lignanas
As lignanas da linhaça desempenham importante papel no equilíbrio hormonal.
Estudos com mulheres mostram o papel da linhaça na manutenção da saúde óssea e também seu efeito na redução de risco de câncer hormônio dependente. Auxiliam no combate a sintomas da TPM e menopausa e a prevenir o surgimento de câncer de mama, principalmente se combinadas as isoflavonas da soja.
Tem também efeito protetor contra câncer de próstata.
Pesquisas mostram que a linhaça é o principal alimento fonte de lignanas.
Fibras
As fibras da linhaça auxiliam no controle da glicemia e das taxas de colesterol sangüíneo, diminuindo o risco de diabetes e doenças coronarianas.
Estas fibras ainda previnem e reduzem o risco de câncer coloretal e a incidência de obesidade.
Ajudam na digestão e no bom funcionamento do intestino.
Proteínas
A proteína encontrada na semente de linhaça é uma boa fonte de arginina, glutamina e histidina, aminoácidos relacionados ao fortalecimento do sistema imunológico.
Dourada X Marrom
Existem dois tipos de semente de linhaça: dourada e marrom.
A linhaça marrom, nativa da região mediterrânea, já está adaptada ao solo brasileiro, e ao clima quente e úmido. Apresenta casca uma pouco mais dura e resistente, o que pode diminuir a biodisponibilidade dos seus nutrientes.
A linhaça dourada cresce em climas frios. Geralmente é importada do Canadá. Tem a casca mais fina e seu sabor é mais suave do que o da linhaça marrom.
Estudos já demonstram que não existe diferença significativa na atividade antioxidante e quantidade de nutrientes nos dois tipos de linhaça.
Como encontrar:
- Semente: grão intacto, fonte de ômegas 3 e 6, lignanas e fibras. Para que estes nutrientes possam ser absorvidos deve ser triturada ou moída. Lembrando que os ômegas se oxidam facilmente, então depois de triturada a linhaça deve ser guardada em pote bem fechado, opaco e sob refrigeração por até 3 dias.
A semente também pode ser germinada e adicionada a sucos verdes.
- Farinha: é obtida através dos grãos de linhaça torrados e moídos. Boa fonte de fibras, mas como a maioria é parcialmente desengordurada, tem menor teor de ômegas 3, 6 (gorduras) e de lignanas se comparada a semente inteira.
- Óleo: é extraído da prensa das sementes de linhaça, rico em ômega-3 e ômega-6. Prefira os 100% integrais e naturais, obtidos por uma única prensagem a frio, sem aditivos ou solventes. A exposição ao calor, à luz e ao oxigênio provoca oxidação dos óleos, por isso é importante escolher os não refinados embalados em garrafas à prova de luz (opacas).
- Cápsulas: uma forma de suplementar a dieta com ômega 3. O óleo de linhaça é encapsulado, tornando mais prática sua administração. Como qualquer alimento encapsulado, precisa de registro no Ministério da Saúde que garanta sua qualidade.
A linhaça ainda pode ser encontrada na composição de barras de cereais, biscoitos, bolos, granolas.
Contra indicações (farinha e semente): obstruções digestivas, íleo paralítico.
Dicas de uso
- A linhaça pode ser acrescentada em frutas, iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, sopas e em preparações como bolos, tortas e massas de pães. Também pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita.
- A linhaça pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita de pão, bolo e massas em geral. 1/3 xícara (chá) de óleo é equivalente a 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída.
- 3 colheres (sopa) de linhaça fazem o mesmo "efeito" de 1 ovo para dar liga ou consistência. Use em panquecas, bolos e bolinhos.
Colocar 3 colheres de sopa de semente de linhaça em ½ copo de água, deixar de molho por 4 horas e adicionar na receita em substituição ao ovo.
- Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que a mesma passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal porque sua casca é resistente à ação do suco gástrico. Um modo fácil de quebrar as sementes é passá-las em um liquidificador na tecla pulsar, para que não vire pó. Guardar em pote bem fechado no refrigerador, e ao abrigo da luz por até 3 dias Também pode ser utilizada no último cozimento do feijão ou sopa.
Texto: Bruna Murta e Flávia Morais - Nutricionistas da rede Mundo Verde.
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domingo, 3 de maio de 2009

76 modos do açúcar acabar com a saúde




De: BrigithLua
Para: ervaseplantasquecuram@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 21 de Abril de 2009 15:08:20
Assunto: [ervaseplantasquecuram] 76 modos do açúcar acabar com a saúde
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76 modos do açúcar acabar com a saúde
Contribuição de Nancy Appleton, Ph.D. Autora do livro Lick The Sugar Habit www.nancyappleton. com

Além de destruir a homeostase do organismo, o excesso de açúcar pode causar várias outras conseqüências importantes. A seguir, uma lista de alguns problemas metabólicos causados pelo açúcar, tirados de várias revistas médicas e outras publicações científicas.
1. O açúcar pode desativar o seu sistema imunológico e prejudicar sua defesa contra doenças infecciosas.
2. O açúcar desorganiza as relações entre os sais minerais no organismo: provoca deficiência de cromo e cobre e interfere com a absorção de cálcio e magnésio.
3. O açúcar pode provocar um aumento rápido da adrenalina, da hiperatividade, da ansiedade, da dificuldade de concentração e da irritabilidade em crianças.

4. O açúcar pode provocar um aumento significativo no nível total de colesterol, triglicerídeos e mau colesterol e reduzir o de bom colesterol.
5. O açúcar provoca a perda de elasticidade e funcionalidade dos tecidos.
6. O açúcar alimenta as células cancerosas e foi relaconado ao desenvolvimento de câncer de mama, ovário, próstata, reto, pâncreas, trato biliar, pulmão, vesícula e estômago.

7. O açúcar pode aumentar o nível sangüíneo de glicose em jejum e provocar, como reação, hipoglicemia.
8. O açúcar pode piorar a visão.
9. O açúcar pode provocar muitos problemas do trato gastrointestinal, como gastrite, indigestão, má absorção em pacientes com doença intestinal funcional, aumento do risco de doença de Crohn, colite ulcerativa.

10. O açúcar pode provocar envelhecimento prematuro.
11. O açúcar pode levar ao alcoolismo.

12. O açúcar pode acidificar a saliva, estragar os dentes e provocar doença periodontal (das gengivas).
13. O açúcar contribui para a obesidade.

14. O açúcar pode provocar doenças autoimunes como artrite, asma, esclerose múltipla.

15. O açúcar ajuda muito a infestação descontrolada de Candida Albicans (fungo).
16. O açúcar pode provocar cálculos de vesícula.
17. O açúcar pode provocar apendicite.

18. O açúcar pode provocar hemorróida.
19. O açúcar pode provocar varizes.

20. O açúcar pode elevar a resposta de glicose e insulina em usuárias de contraceptivos orais.
21. O açúcar pode contribuir para a osteoporose.

22. O açúcar pode provocar uma queda na sensibilidade à insulina, provocando assim um nível elevado e anormal de insulina e, finalmente, diabetes.
23. O açúcar pode reduzir o nível de vitamina E.
24. O açúcar pode aumentar a pressão sangüínea sistólica.
25. O açúcar pode provocar sonolência e redução da atividade em crianças.
26. A ingestão elevada de açúcar aumenta o nível de produtos glicosados avançados (PGA) (moléculas de açúcar que se ligam às proteínas do corpo, danificando- as).

27. O açúcar pode interferir na absorção de proteínas.
28. O açúcar provoca alergias alimentares.
29. O açúcar pode provocar toxemia durante a gravidez.
30. O açúcar pode contribuir para o eczema em crianças.
31. O açúcar pode provocar aterosclerose e doença cardiovascular.
32. O açúcar pode prejudicar a estrutura do DNA.
33. O açúcar pode mudar a estrutura das proteínas e causar uma alteração permanente da maneira como agem as proteínas no corpo.
34. O açúcar pode fazer a pele envelhecer ao mudar a estrutura do colágeno.

35. O açúcar pode provocar catarata e miopia.
36. O açúcar pode provocar enfisema.

37. A ingestão elevada de açúcar pode prejudicar a homeostase fisiológica de vários sistemas do organismo.
38. O açúcar reduz a capacidade de funcionamento das enzimas.

39. A ingestão de açúcar é mais alta em portadores de mal de Parkinson.

40. O açúcar pode aumentar o tamanho do fígado ao fazer as células do órgão se dividirem e aumentar o nível de gordura no fígado.
41. O açúcar pode aumentar o tamanho dos rins e produzir mudanças patológicas no órgão, como a formação de cálculos renais.
42. O açúcar pode danificar o pâncreas.
43. O açúcar pode aumentar a retenção de fluidos no organismo.
44. O açúcar é o inimigo nº 1 do funcionamento do intestino.

45. O açúcar pode danificar o revestimento dos capilares.

46. O açúcar pode deixar os tendões mais frágeis.
47. O açúcar pode provocar dores de cabeça e enxaquecas.

48. O açúcar pode reduzir a capacidade de aprendizado, afetar negativamente as notas das crianças e provocar transtornos de aprendizagem.
49. O açúcar pode provocar o aumento das ondas cerebrais delta, alfa e teta e assim alterar a capacidade de pensar com clareza.
50. O açúcar pode provocar depressão.

51. O açúcar pode aumentar o risco de gota.

52. O açúcar pode aumentar o risco mal de Alzheimer.
53. O açúcar pode provocar desequilíbrio hormonal, como aumentar o nível de estrogênio em homens, exacerbar a TPM e reduzir o nível de hormônio do crescimento.
54. O açúcar pode levar a tonturas.

55. As dietas ricas em açúcar aumentarão os radicais livres e o estresse oxidativo..
56. As dietas com muita sacarose em indivíduos com doença vascular periférica aumentam significativamente a adesão das plaquetas.

57. O consumo elevado de açúcar por adolescentes grávidas pode levar a uma redução substancial da duração da gravidez e está associado à duplicação do risco de ter um bebê pequeno demais para a idade gestacional.

58. O açúcar é uma substância que vicia.

59. O açúcar pode embebedar, como o álcool.

60. O açúcar dado a bebês prematuros pode afetar o volume de dióxido de carbono que produzem.
61. A redução da ingestão de açúcar pode aumentar a estabilidade emocional.

62. O açúcar é transformado em quantidade 2 a 5 vezes maior de gordura na corrente sangüínea do que o amido.

63. A absorção rápida do açúcar promove a ingestão excessiva de comida em obesos.

64. O açúcar pode piorar os sintomas de crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
65. O açúcar afeta negativamente a composição de eletrólitos da urina.

66. O açúcar pode reduzir a capacidade de funcionar das glândulas adrenais.
67. O açúcar tem potencial de provocar processos metabólicos anormais em indivíduos saudáveis normais e promover doenças crônicas degenerativas.

68. A alimentação intravenosa com água açucarada pode interromper o fluxo de oxigênio para o cérebro.

69. O açúcar aumentar o risco de poliomielite. 104
70. A ingestão elevada de açúcar pode provocar convulsões epilépticas.
71. O açúcar provoca pressão alta em pessoas obesas.

72. Em unidades de tratamento intensivo, a limitação de açúcar salva vidas.

73. O açúcar pode provocar a morte celular.

74. Em centros de reabilitação juvenil, quando as crianças passaram para uma dieta com pouco açúcar houve uma queda de 44% do comportamento anti-social.
75. O açúcar desidrata recém-nascidos.
76. O açúcar pode provocar males das gengivas.
Referências Bibliográficas:
1. Sanchez, A., et al. "Role of Sugars in Human Neutrophilic Phagocytosis", American Journal of Clinical Nutrition. nov 1973; 261:1180-1184. Bernstein, J., et al. "Depression of Lymphocyte Transformation Following Oral Glucose Ingestion". American Journal of Clinical Nutrition. 1997; 30:613
2. Ringsdorf, W., Cheraskin, E. e Ramsay R. "Sucrose, Neutrophilic Phagocytosis and Resistance to Disease", Dental Survey. 1976; 52(12):46-48.
3. Couzy, F., et al. "Nutritional Implications of the Interaction Minerals", Progressive Food and Nutrition Science 17; 1933: 65-87
4. Kozlovsky, A., et al. "Effects of Diets High in Simple Sugars on Urinary Chromium Losses". Metabolism. Junho de 1986; 35: 515-518..
5. Fields, M., et al. "Effect of Copper Deficiency on Metabolism and Mortality in Rats Fed Sucrose or Starch Diets", Journal of Clinical Nutrition. 1983; 113: 1335-1345.
6. Lemann, J. "Evidence that Glucose Ingestion Inhibits Net Renal Tubular Reabsorption of Calcium and Magnesium". Journal of Clinical Nutrition. 1976; 70: 236-245.
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